
Caleidoscópio… Um dos maiores mistérios em minha infância. Como um simples “canudo” poderia revelar imagens diferentes e fascinantes com apenas um leve trepidar das mãos? Cresci e o mistério foi desfeito, mas o fascínio permaneceu…
Uma exposição denominada “Caleidoscópio”, da escultora Lara Donatoni Matana me remete a essa doce lembrança. A mostra reúne peças produzidas com finas lâminas de madeira, as quais são coloridas uma a uma resultando em uma experiência visual semelhante à provocada pelo objeto inventado pelo escocês David Brewster. Ao todo são 10 paineis inéditos, com medidas de 1,50 m X 1,50m.
O evento ocorre na galeria Lourdina Jean Rabieh, que fica na al. Gabriel Monteiro da Silva, 147, Jardim Paulista, zona oeste, São Paulo. Acontece de Seg. a sex.: 10h às 19h. Sáb.: 10h às 14h. Até 24/07 e a entrada é franca. Maiores informações: (11) 3062-7173.
Foto: Divulgação
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A coleção “Les Voyageurs” (Os Viajantes), do escultor francês Bruno Catalano, mostram pessoas em tamanho real caminhando apressadas com suas bagagens - uma maleta, uma grande mochila, um violino, o mundo - indo para algum lugar distante ou nem tanto.
Nascido em 1960, Catalano começou sua carreira de escultor em 1990. As esculturas são feitas em bronze.
“As esculturas de Bruno Catalano nos revelam o desejo do artista de imprimir na obra seu próprio estilo e capturar a atenção do espectador”.
Para mais obras, visite a galeria do artista.
Fonte e fotos: Sweet Station
Uma mostra ousada, clean e criativa agitou os moradores de Tóquio. Uma instalação criada pelo artista japonês Mita Shiniti na galeria Speak For, conta com esculturas feitas com tênis Nike Dunks customizados. Algumas das peças podem ser vistas em nossa galeria.
O americano Steve Cambronne realiza há quase 20 anos esculturas de metal, relógios de parede, placas, logomarcas e decorações de parede. O diferencial é que a sua inspiração vem diretamente dos anos 50.
Uma estilo “mid-century modern” que contagia pela sua alegria e acaba se tornando atual, já que se espalha pelo mundo do design a paixão pelo vintage. As peças são realizadas em cores fortes, formas arredondadas e detalhas gráficos, capazes de doar uma identidade aos ambientes.
Via | Doubletakesblog.com
Aprecie o trabalho de Lisa Kokin que usa botões, livros, latas e outros objetos em sua bela arte, que não deixa de ser um eco-design, pois muitos desses objetos podem ser reciclados. Entre as criações de Lisa estão esculturas, colagens, altered book e assemblages. Confira mais de seu trabalho em seu site.
Continuar lendo: As esculturas e colagens diversificadas de Lisa Kokin

Uma grande medusa que se move com calma, animada pelo vendo, no alto do Phoenix Park da homônima cidade no Arizona. A idealizadora da “Her Secret is Pacience“, um animal sui generis, é Janet Echelman, artista americana que cria esculturas de tecido em maxi escala.
Sobre o espelho d’água do Richmond Olympic Oval, no Canadá, por exemplo, há pouco inaugurou o Water Sky Garden, uma estrutura suspensa realizada em PTFE. As obras se adaptarm ao ritmo natural do vendo e das estações. Belas de dia, por causa do reflexo na água que multiplicam a corporalidade da instalação, e surreais de noite, com o vestido luminoso que ilumina o céu.
Continuar lendo: Coreografias ao vento com as escultura de tecido de Janet Echelman

Uma exposição no mínimo curiosa. Os objetos são feitos de poeira. É isso mesmo, até o pó parece estar sendo reaproveitado e virando arte, ultimamente.
A obra é do artista britânico Paul Hazelton, e a técnica consiste em umedecer o pó, moldá-lo e secá-lo com cuidado. As esculturas de poeira ficarão em exposição até dia 16 de janeiro na galeria de arte Rare, em Nova York. Veja aqui, a foto de um esqueleto feito de poeira.
Via: Pop & Art - G1
Foto: Paul Hazelton/RareArt/Divulgação

A exposição “I want to live forever” (eu quero viver para sempre) é um evento que foi feito exclusivamente para os italianos, pelo artista japonês Yayoi Kusama, onde ele mostra seu trabalho contemporâneo de toda uma década, são pinturas, esculturas e instalações.
As características de seu trabalho são devidas a uma doença mental que o aflige desde a infância, produzindo, a partir de percepções espaciais abstratas de elementos que incomodam sua visão como espelhos, pontos, redes.
A exposição I want to live forever pode ser vista no museu PAC (Padiglione D’Art Contemporanea) em Milão até 14 de fevereiro de 2010. E quem não for para lá, poderá ver algumas das obras aqui mesmo que vieram do Design Boom e há algumas outras para serem vistas no Design Boom.
Continuar lendo: Exposição em Milão revela o inconsciente conturbado do artista Yayoi Kusama

Enquanto as pessoas preferem descartar objetos que não usarão mais, o escultor londrino Robert Bradford prefere reciclá-los e criar coloridas e divertidas esculturas. Letras, peças de brinquedos, e pregadores de roupas se transformam caveiras, robôs e principalmente cães em diversas posições e raças.
É divertido reconhecer pedaços de sucatas no meio de algo concreto, reconhecer elementos individuais de algo maior, as obras do escultor é algo bem contemporâneo no que propõe. Além das obras expostas em nossa galeria você pode ver mais no site do Bradford, trabalhos igualmente impressionantes e até em maior escala.
Fonte: Cool Hunt

Essas fotos de relógios feitos de chocolates fizeram parte da exposição Burlington 2009 - VT Arthop. O tic-tac do relógio de chocolate cronometra a hora para a exibição da arte em chocolate clocks na Burlington 2009 - VT Arthop.
Essas fotos de esculturas de relógios de chocolate pertencem a Emily Walton Jones e podem ser vistas em sua galeria no Flickr. A última foto da nossa galeria é uma homenagem a Salvador Dali e seus relógios que entraram para a história.
Fotos: Flickr
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