
Quem trabalha em casa, quem quer um espaço na sua residência como apoio ao local de trabalho, quem é blogueiro, quem acaba de ser mãe, está de licença-maternidade, mas quer continuar antenada com seu trabalho, enfim, quem gostaria de um local de trabalho mais bem delimitado em casa vai gostar do OfficePOD, um escritório “portátil” que pode ser montado em áreas externas, como o jardim.
É feito por uma empresa da Inglaterra, e vem todo equipado e conectado, para ser instalado onde você quiser com segurança e praticidade. A empresa vende tanto para pessoas individualmente quanto para empresas que queiram instalar um funcionário em sistema de home office.
Via GoHome

Eu adoro fotografias de pessoas, e essas da Caitlin Worthington são fantásticas. Caitlin é uma fotógrafa australiana, especialista em retratos comerciais e de artes gráficas, que começou no mundo da fotografia com apenas 15 anos de idade. Em seu trabalho, ela destaca principalmente os olhos.
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Fonte: Fubiz

“A energia solar é incomparável a qualquer outro sistema de energia convencional por tratar-se de uma fonte 100% natural, ecológica, gratuita, inesgotável e que não agride o meio ambiente. Para cada 1m² de coletor solar instalado evita-se a inundação de 56 m² de terras férteis, na construção de novas usinas hidrelétricas. Para cada 1m2 de coletor solar instalado, permite-se economizar 55 kg de GLP/ano ou 66 litros de diesel/ano ou 215 Kg de lenha/ano.
Evita-se a construção de novas hidrelétricas que resultam na perda da fauna e da flora tropical, inundação de terras que eram ou poderiam ser utilizadas para agricultura e pecuária, perda de patrimônio histórico/cultural e também na recolocação de famílias”.
O trecho do excelente texto acima foi extraído do Portal Vitruvirus/Arquitextos, escrito por Eliete de Pinho Araujo, Arquiteta e professora do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Faculdade de Ciências Exatas e de Tecnologia – FAET, Centro Universitário de Brasília – UNICEUB.
Texto, a meu ver de extrema importância para quem deseja se aprofundar em estudos de arquitetura, urbanismo, pois ajuda na formação de uma consciência ecológica e sustentável. Autora das Revistas Registro de Gaveta e Revista Energia.
Continuar lendo: Aproveitamento da Energia Solar, máxima expressão do Eco-Sustentável

Neste artigo, publicado no Espaço com Design, o Canha fala da necessidade do designer de hoje saber de tudo quando entra no mercado, ou pelo menos se esforçar para saber o máximo possível.
Na parte do saber tudo (ou quase tudo), eu concordo, sempre deixando de lado o péssimo habito que ainda existe de confundirem qualquer um que mexe com Photoshop/Corel com um designer.
Mas é preciso refletir bem quando fala-se sobre buscar saber tudo. É sabido que a muito tempo a maioria dos “profissionais” não sai de uma universidade preparado para o mercado. Não se trata de um ensino de má qualidade mas sim de uma falta de preparo para aplicação do aprendizado no mercado de trabalho e de informações sobre o mesmo.
É preciso falar também sobre a área de atuação do profissional. Concordo que existem certas informações sobre as outras áreas que todo designer deve saber, mas são informações básicas. A maioria delas você encontra facilmente na internet hoje em dia ou até mesmo junto da própria empresa que, ao contratar seus serviços, lhe passa quaisquer informações que você venha a precisar.
A interdisciplinaridade começa a criar conflitos quando separamos completamente uma área da outra. Um profissional do design que saia da universidade com a habilitação de programação visual, prioritariamente trabalhará com isso.
Buscará estágios, empregos, clientes e outros do ramo/área. Digo o mesmo referente a aperfeiçoamento educacional como pós graduação, mestrados, etc.

O MoMa de NovaYork prepara para o próximo outono (primavera no Brasil), uma mostra imperdível: trata-se da mais completa retrospectiva de Tim Burton. Uma exposição e uma série de projeções para explorar o mundo do diretor, produtos e criador de um mundo animado. Burton também é escritor, fotógrafo, poeta e ilustrador.
Desenhos, storyboard, bonecos, roupas, objetos de cena, impressos e imagens digitais, maquetes e sketchbook, tudo para racontar o mundo genial, poético e insólito de um homem visionário que soube captar o melhor e o pior da cultura pop para reproduzir sonhos adultos e pesadelos infantis, limites difíceis de ultrapassar, obsessões e melancolias do nosso tempo.
É revoltante ver como personalidades do nosso país estufam o peito de orgulho para exibir nossos profissionais no exterior ou em chamadas de jornais, telejornais e revistas. Mídia é bom, não é? Porque não reunir 10% desse entusiasmo publicitário (R$) e focá-lo em ajudar este mesmo profissional a se tornar, perante a lei, o profissional que ele sempre foi e que você exibe por aí?
Outro ponto muito importante é que a nossa não regulamentação nos impede de prestar serviços até para usuários finais. Os ditos clientes de casa.
Sem o registro nós não temos gabarito para sermos responsáveis por tudo que criamos. Não vem ao caso se o produto é bom ou não. Para muitos incompetentes isso seja até bom, mas não pode ser considerado como bem da maioria.
Sabiam que uma das razões por ainda não aceitarem o Desenho Industrial, vulgo Design, como profissão é que a definição de suas funções confunde-se com as do artista visual?
Para quem é designer, pensar em confundir design com arte visual é um absurdo, mas parece que se depender de nossos amigos responsáveis por formular essa definição o design vai continuar assim por um bom tempo. O pior de tudo é que foram universidades paulistas e renomados designers brasileiros que formularam tal definição para o Ministério do Trabalho e do Emprego.
É um absurdo vermos essa situação com nossa estimada quase profissão, mas pior que a não regulamentação é a situação de refugiado, quase que indigente que temos de viver todos os dias.
Design é uma profissão? Sim, depois de todos os avanços que tivemos na educação do design e da atuação de nossos pioneiros da área, hoje temos uma profissão, mesmo que não regulamentada. Agora pense o seguinte:
Leis pegam e não pegam. Um dia você é condenado por uma, outro dia solto por outra. No fim da semana, ambas sumiram. Leis são e não são aplicadas justamente pelo fato de estarem assinadas e serem reconhecidas, mas não serem regulamentadas. O mesmo acontece com o design.
A intenção por trás dos ensinamentos da Bauhaus, passadas pro Gropius, era conseguir interagir simultaneamente com a arquitetura, o artesanato, o design e as obras da academia de artes. Essa intenção foi o estopim de vários conflitos que se passaram ali, internos e externos.
Motivados pela mesma intenção, em 1919 o pintor suíço Johannes Itten, o pintor alemão Lyonel Feininger e o escultor alemão Gerhard Marcks comprometeram-se, juntamente com Gropius, de fixar definitivamente a Bauhaus como instituto de ensino.
Nos anos que se seguiram o corpo docente da instituição foi ganhando mais nomes de peso como o pintor, escultor e designer alemão Oskar Schlemmer e o pintor suíço Paul Klee. Estes artistas foram incorporados à Bauhaus em 1922 pelo pintor russo Wassily Kandinsky.

Bom pessoal, indiferente de qual seja a área do design de seu interesse, tenho certeza que todo mundo aprendeu ou ouviu falar da Bauhaus e, a maioria de vocês, sofreu alguma influencia dela.
Completos os 90 anos de idade no último 25 de abril, vamos começar alguns posts para homenagear essa tão querida e amada escola que nos deu tantas boas referencias e bons ensinamentos, mesmo depois de muito tempo.
Quem não freqüentou ou ainda não chegou na fase de freqüentar uma faculdade já se perguntou como é a educação lá dentro? Parece uma pergunta meio besta ou até mesmo com milhares de respostas possíveis, mas se for pensar bem não é não. Não no caso do design.
A faculdade trata seus alunos como crianças. Crianças mesmo, na maioria das vezes.
Eles querem te apresentar um mundo novo, uma vida nova, algo que vai revolucionar a sua vida assim que você chegar em casa. Acontece que eles esquecem que isso já aconteceu a uns 11 anos atrás, quando você saiu da creche e foi para o primário. O mundo novo e maravilhoso do mercado de trabalho que muitos professores prometem revolucionar entupindo sua cabeça de idéias, ninguém vai conseguir te mostrar antes de você sair da faculdade.
A frustração do aluno começa logo cedo, quando ele vê que tudo que está fazendo está sendo feito pro fazer. Assim mesmo, com o mesmo verbo repetidamente. Você, na maioria das vezes, não passa de um robozinho liderado pelos professores. É muito difícil, difícil mesmo, conseguir encontrar algum professor que aplique as atividades desenvolvidas pela turma em casos reais no mercado de trabalho. Eu, particularmente, só estou vivenciando isso no meu último ano do curso.